Dia Internacional da Mulher

Pamukkale

Hoje é o Dia da Mulher, e mesmo para quem defende o feminismo radical e apregoa que a igualdade não está presente - porque não existe o dia do Homem! - é um marco importante para nós, as mulheres do Mundo, viajantes destemidas.


Talvez muitos de nós precisemos de refletir sobre o verdadeiro significado deste dia e a sua importância numa era em que movimentos como o Time's Up ressurgem para proteger os direitos outrora conquistados.

O mito mais conhecido é que a origem deste dia data ao ano de 1857, quando um grupo de 129 trabalhadoras, depois de organizarem uma greve contra as escassas condições de trabalho e as 12 horas laborais, foram fechadas numa fábrica de tecelagem, em Nova Iorque, morrendo carbonizadas.

Não existem provas concretas do ocorrido. No entanto, o primeiro dia nacional da Mulher viria a ser celebrado nos EUA, em 28 de Fevereiro de 1909, percorrendo, posteriormente, vários dias dos meses de Fevereiro e Março noutros países europeus, onde os partidos socialistas organizavam manifestações pela igualdade de direitos e reformas laborais.

Em 1975, honrando as conquistas femininas - como o direito ao voto! - a ONU decidiu instaurar o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher, visando o incentivo da igualdade de género política, económica e socialmente.

Turquia

Que honra ser Mulher hoje, num Mundo outrora governado por homens; que privilégio ter nascido num tempo em que as portas se abriram e a igualdade começa a povoar os nossos lares; que sorte que eu tenho, perante as gerações que me precederam, ser protagonista da minha própria história e poder reescrevê-la como eu quiser.

A todas as mulheres, só tenho a desejar que, neste dia, possamos ser gratas por tudo o que as gerações anteriores fizeram pelos nossos direitos e que as gerações futuras tenham a mesma coragem para continuar o longo percurso que ainda temos a percorrer.

Só assim nós venceremos na vida! Unidas, uma impulsionando a outra, sem invejas nem competições desnecessárias; em prol da igualdade e dos nossos direitos. Afinal, estamos todas no mesmo barco e o Mundo continua ali, à espera da nossa coragem e da nossa força.